Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Biodiesel brasileiro de soja emite 70% menos GEE do que diesel fóssil

O biodiesel brasileiro produzido com soja reduz as emissões em 70%, no mínimo, em relação ao diesel fóssil, quando consumido dentro do país. Se entregue para consumo na Europa, emite entre 65% e 68% menos gases de efeito estufa (GEE).

A conclusão é de um estudo inédito encomendado pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE), em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado do Mato Grosso (APROSOJA/MT) e a União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (UBRABIO). A pesquisa foi realizada pela Delta CO2, empresa incubada pela EsalqTec, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP).

Apresentado na última quinta-feira (31-01), à Casa Civil da presidência da República, órgão coordenador do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB), o estudo é mais um passo dos produtores de biodiesel para reforçar pontos positivos do biocombustível e apresentar ao governo vantagens da ampliação dos atuais 5% na mistura com o diesel fóssil. Entre os benefícios, incluem-se: redução dos impactos da poluição sobre a expectativa de vida da população, redução da dependência brasileira do diesel importado e geração de emprego e renda. Tudo isso com impacto pouco expressivo na inflação.

Metodologia - Os pesquisadores da Delta CO2 utilizaram informações de 114 propriedades rurais e de cinco unidades processadoras de soja e produtoras de biodiesel. Hoje, o óleo de soja representa cerca de 80% da produção total de biodiesel no Brasil, seguida pelo sebo bovino e pelo óleo de algodão.

A metodologia utilizada, que segue padrão internacional, levou em consideração as emissões de CO2 equivalente ao longo de toda a cadeia produtiva, desde o plantio e cultivo da soja, passando pelo processamento do óleo, produção do biodiesel e transporte do biocombustível até o consumidor final. Entre as principais fontes agrícolas de emissão encontram-se restos culturais da soja, combustível utilizado no plantio e colheita, fertilizantes, corretivos e defensivos. O estudo também leva em consideração que na produção de óleo de soja e biodiesel entram insumos químicos responsáveis por emissões de GEE. Além disso, são contabilizadas emissões provenientes do transporte de biodiesel.

Transporte e emissões - o estudo trabalha com cenários alternativos de entrega do produto. São apresentados valores de emissões para distâncias, por exemplo, do Mato Grosso ao interior de São Paulo (Paulínia) e até o porto de Roterdã, na Holanda. No primeiro caso, os números indicam emissões da ordem de 24,5 gCO2eq./MJ de biodiesel produzido. Já para se produzir e levar biodiesel até a Europa, as emissões oscilam de 26,5 a 29,2 gCO2eq./MJ de biodiesel, aumento devido ao transporte marítimo. Os patamares de emissões para produção e transporte de biodiesel no território nacional variam de acordo com o sistema de cultivo da soja, a tecnologia industrial empregada e o grau de integração produtiva.

A conta de transportar biodiesel até Roterdã é necessária para que as estimativas sejam comparadas aos valores tomados como base pela Diretiva Europeia de Energias Renováveis. Os valores oficiais mostram que o diesel mineral, também em território europeu, emite 83,8 gCO2eq./MJ de biodiesel. Assim, conclui-se que o biodiesel brasileiro produzido a partir de óleo de soja emite entre 65% e 68% menos GEE do que o diesel fóssil, o que satisfaz as mais rigorosas exigências de redução das emissões recentemente determinadas pela Diretiva Europeia.

Agrolink com informações de assessoria

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