Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Disputa por soja consome estoques

Os preços recordes estão estimulando os maiores produtores globais de soja a rasparem seus estoques. O consumo mundial supera a produção em 18 milhões de toneladas em 2011/12, levando os principais produtores a esvaziarem armazéns. As consequências diretas são a sustentação das cotações recordes e o aumento da influência da próxima colheita – a da América do Sul.

Somente o Brasil está “queimando” mais de 2 milhões de toneladas de suas reservas às vésperas de uma safra acima de 80 milhões (t), que promete colocar o país na condição de maior produtor e exportador. Das mais de 3 milhões de toneladas que estavam armazenadas no início do ciclo, devem sobrar menos de 1 milhão, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Nos Estados Unidos, que enfrentaram seca histórica, a previsão é de queda de 5,8 milhões para 4,6 milhões de toneladas no estoque de soja.

“A demanda é relativamente inelástica no momento. Havendo qualquer tipo de problema na safra sul-americana [que chega ao mercado de forma expressiva a partir de fevereiro], vai faltar muita soja”, diz Pedro Dejneka, analista da Futures International, de Chicago (Estados Unidos). Ano passado, houve quebra no Sul do Brasil, na Argentina e no Paraguai. “O mundo precisa da América do Sul mais do que nunca.”

O aperto entre oferta e demanda até o início da colheita sul-americana anuncia risco crescente de racionamento. Confirmada a boa produtividade, a expectativa é de reequilíbrio a partir de fevereiro. “Não gosto nem de pensar na possibilidade de frustração de safra na América do Sul”, frisa Stefan Tomkiw, vice-presidente de futuros da The Jefferies Bache, de Nova York.

Para os analistas, o desabastecimento vem sendo embutido nas cotações negociadas na Bolsa de Chicago. No caso da soja, a alta acumulada é de 70% em nove meses – de US$ 12,18 por bushel em janeiro para mais de US$ 17 por bushel. Mesmo assim, o consumo segue firme.

“Quem pode comprar agora está comprando, para ter proteção de estoques pelo menos até o final do ano. Os preços só irão baixar consideravelmente quando a demanda acumulada for suprida”, analisa Dejneka.

O mercado não descarta redução de estoques mais forte que a previsto pela Conab no Brasil. A indústria admite que precisa de 3 milhões de toneladas de soja cumprir sua meta de processamento deste ano.

A escassez no brasileiro começou a se desenhar há um ano. O potencial da última safra, que era de 75 milhões de toneladas, foi derrubado para cerca de 66 milhões devido à seca do último verão. “Como a demanda interna é praticamente a mesma, o consumo dos estoques foi basicamente para a exportação”, afirma Glauco Monte, analista da FC Stone, de São Paulo.

“Produzimos menos e exportamos mais”, resume Aedson Pereira, da Informa Economics FNP, em relação ao ritmo das vendas brasileiras de soja neste ano. Foram exportadas cerca de 30 milhões de toneladas de soja em grão, 17% mais do que no ano passado. Quase toda a demanda extra é sustentada pela China. No mesmo período do ano passado, as compras chinesas totalizaram 17,5 milhões de toneladas.

Para o próximo ano, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda), prevê que o consumo mundial de soja vai crescer 6 milhões de toneladas e beirar os 257 milhões de toneladas (veja no gráfico). Sozinho, o Brasil ficará responsável por embarcar 38 milhões de toneladas, conforme projeção da Informa.

Brasil está de olho em reservas de países vizinhos

O comércio de estoques não se restringe ao Brasil. O próprio país está prestes a ampliar a importação de soja. Argentina, Paraguai e até mesmo o Uruguai podem ajudar no abastecimento do mercado brasileiro até a entrada da próxima safra.

“Em janeiro de 2013 [quando a colheita brasileira terá apenas começado], vamos ter que trazer soja de algum lugar e provavelmente seja de um país do Mercosul, que também precisará exportar um pouco de seu estoque”, avalia Aedson Pereira, analista de mercado da Informa Economics FNP. A quebra do verão passado também afetou os vizinhos do Brasil.

O fornecedor brasileiro mais provável, considerando o volume da produção, a Argentina deve fechar o ano com reservas reduzidas à metade das registradas no final de 2011 – a 2,2 milhões de toneladas. Por ter um baixo consumo interno, o Uruguai também passa a ser assediado, avalia Pereira.

Segundo a Informa, as importações brasileiras devem somar até 300 mil toneladas até a chegada da nova produção. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que 50 mil toneladas serão trazidas do exterior, mas deve revisar seus números até dezembro. No ano passado, o Brasil buscou 41 mil toneladas de soja em grão, segundo a Conab. 

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