Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

RS deve cumprir meta de certificação de armazéns

O Rio Grande do Sul deverá cumprir a meta de ter suas unidades armazenadoras com pelo menos 15% de sua capacidade certificada até o dia 31 de dezembro. A superintendência regional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a maioria das unidades já esteja com o percentual mínimo exigido.

“É com grande satisfação que nós registramos a informação acerca do cumprimento do percentual de 15% exigido pelo Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras para o exercício de 2012, pelos operadores da armazenagem no Estado do Rio Grande do Sul, que detém um grande número de estruturas voltadas a atividade no País”, comentou o coordenador de Serviços de Infraestrutura, Logística e Aviação Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Carlos Alberto Nunes Batista.

A adesão mostra o entendimento do setor quanto às vantagens da qualificação das estruturas, que agrega valor e visibilidade aos produtos submetidos ao processo. “Na medida em que o País amplia a sua participação no mercado internacional de alimentos, é de fundamental importância que os processos de guarda e conservação sejam cada vez mais aperfeiçoados, em um permanente processo de alinhamento do volume produzido à qualidade do manejo”, avalia Batista.

O coordenador disse ainda que por tratar-se de um empreendimento único, sem precedente em outros países, a certificação das unidades armazenadoras colocará o Brasil entre os melhores operadores da atividade no mundo, assegurando aos nossos produtos o reconhecimento do mercado interno e externo.

O Estado tem 4,8 mil armazéns e cada complexo pode ter mais de uma estrutura armazenadora. As empresas que não cumprirem a primeira etapa da certificação, até o final do ano, serão impedidas de estabelecer contratos para a guarda dos estoques públicos reguladores. Anualmente, de 2012 a 2016, o escalonamento é de 15% dos armazéns deverão ser cadastrados e, em 2017, os 25% restantes.

A certificação consiste no reconhecimento formal, concedido por um organismo acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), de que uma entidade tem competência técnica para realizar serviços específicos, com padrão mínimo de qualidade e atendimento aos requisitos técnicos estabelecidos no regulamento de avaliação da conformidade.

Hoje, três instituições de ensino superior estão credenciadas pelo Mapa para promover a capacitação dos Auditores do Sistema, as universidades federais de Pelotas (UFPel), a de Viçosa (UFV) e a de Mato Grosso (UFMT). O superintendente regional da Conab, Glauto Melo, diz que os novos armazéns já são construídos dentro das normas. "Acredito que aqui no Estado, tanto armazéns do governo como particulares já estejam com os 15% certificados. As unidades têm até 2017 para certificar toda sua capacidade. A fiscalização fica por conta do Ministério da Agricultura”, afirma Melo. 

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