Arroz: Indústrias elevam preços de compra, mas liquidez é baixa
Produtores de arroz consultados pelo Cepea reduziram ainda mais as vendas do casca na semana passada, após anúncio do governo federal sobre a prorrogação das parcelas de custeio para o final de 2012. A maior parte dos negócios foi de arroz em depósito nos armazéns das beneficiadoras nas regiões gaúchas da Campanha e Depressão Central. Assim, algumas indústrias aceitaram pagar preços maiores que os praticados na segunda semana de julho. Houve, ainda, casos de indústrias que mantiveram os preços devido à inexistência de lotes para negociar e de empresas que não abriram valores de compra. De maneira geral, apesar da baixa oferta da matéria-prima, beneficiadoras afirmam que têm conseguido atender as vendas de beneficiado porque os pedidos do setor atacadista/varejista estão em ritmo lento. Entre 16 e 23 de julho, o Indicador do Arroz em Casca ESALQ/Bolsa Brasileira de Mercadorias-BM&FBovespa (Rio Grande do Sul, 58 grãos inteiros) registrou ligeiro aumento de 0,55%, fechando a R$ 29,43/sc na segunda-feira, 23. Na parcial de julho (até dia 23), o Indicador subiu 2%.
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