Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Seca nos EUA mantém escalada da soja e do milho

Analistas acreditam que a cotação da oleaginosa pode ultrapassar US$ 20 por bushel, enquanto o cereal tende a chegar a US$ 10 por bushel

Carlos Guimarães Filho e Igor Castanho

As cotações da soja e do milho, que bateram recordes na última sexta-feira (20) na Bolsa de Chicago, devem registrar novas altas nas próximas semanas. A seca que atinge o Corn Belt, o cinturão de produção de grãos nos Estados Unidos, está influenciando o comportamento do mercado internacional.

A previsão é que a produção americana, principal fornecedor de grãos para o mercado mundial no segundo semestre, seja até 50 milhões de toneladas menor do que o potencial estimado no início da temporada – 462 milhões de toneladas de soja e milho.

A soja oscilou nessa segunda-feira (23) entre US$ 16,87 e US$ 17,62 por bushel (US$ 37,21 a US$ 38,87 por saca de 60 quilos). O milho variou entre US$ 7,95 e US$ 8,24 por bushel (US$ 18,78 a US$ 19,46 por saca). De acordo com analistas do setor, a possibilidade dos preços chegarem a US$ 20 para a oleaginosa e US$ 10 para o cereal se tornou bastante plausível.

“Se a baixa precipitação continuar nos Estados Unidos nas próximas duas semanas, é possível chegar a esse nível de preços. O mercado está precificando antecipadamente e, no caso brasileiro, a taxa de câmbio e os prêmios colaboram para a valorização”, afirma Eugênio Stefanelo, analista e técnico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no Paraná.

Para o vice-presidente de Futuros para a América Latina da Jefferies Bache, de Nova York, Stefan Tomkiw, o contexto atual pode ser favorável aos países da América do Sul, inclusive o Brasil, uma vez que as produções norte-americana e europeia têm sofrido problemas climáticos.

“É necessária uma grande safra para recompor os estoques para níveis confortáveis. Com a quebra sul-americana [no último verão] e depois nos Estados Unidos, o mercado tende a esperar que esse ajuste venha na nova safra da América do Sul”, pontua.

Os especialistas defendem que as vendas sejam graduais. “Os agricultores devem aproveitar cada aumento entre julho e agosto. Quando a safra norte-americana entrar no mercado, mesmo parcialmente comprometida, os preços devem se estabilizar”, diz Stefanelo. “É muito difícil precisar um pico neste momento, mas sabemos que nenhuma alta é eterna”, complementa Tomkiw.

América

A falta de chuva dos últimos dois meses fez com que os Estados Unidos se encontrassem em meio à pior seca dos últimos 50 anos. Mais de 1,3 mil condados, cerca de um terço do total, foram declarados áreas de desastre. Mais de três quartos da safra de milho e soja dos Estados Unidos estão em áreas atingidas pela seca.

No último fim de semana, o editor Mike McGinnis, do Agriculture.com, percorreu o trecho entre Bloomington, no Illinois (IL), e Columbus, no Ohio (OH), dentro do Corn Belt. Em relato especial para a Gazeta do Povo, ele destaca que o milho está muito fraco, com espigas pequenas e mal formadas. Além disso, os talos e as folhas estão sendo “queimados” em função das altas temperaturas registradas no campo. “O pessoal disse que com chuva as culturas ainda podem render bem. Mas, a umidade precisa chegar nesta última semana de julho e nas duas primeiras semanas de agosto”, afirmou. 

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