Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Mobilização arrozeira pelas prorrogações acontece hoje no RS

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), juntamente com as associações municipais de produtores, realiza uma grande mobilização nesta terça-feira, dia 10 de julho. Em bloco, os orizicultores procurarão, às 10h, as agências bancárias para entregarem as cartas que pedem a prorrogação dos vencimentos dos financiamentos e dívidas. A ação foi determinada na última assembleia da entidade e ratificada na teleconferência realizada na quarta-feira passada.

“Como não houve, por parte do Conselho Monetário Nacional (CMN) nenhuma manifestação de adiamento dos compromissos, não resta aos produtores outra solução a não ser a entrega das cartas nas agências bancárias, apelando para a sensibilidade dos diretores das instituições”, afirma Renato Rocha, presidente da Federarroz. Segundo ele, a medida é dirigida exclusivamente aos produtores que não terão como quitar o somatório dos contratos. “O produto hoje está acima do preço mínimo, mas na média das duas últimas safras fica em torno de R$ 25,00. O setor não tem renda e há produtores no prejuízo e correndo risco de inviabilizar o cultivo futuro”, cita.

Renato Rocha lembra que a orizicultura gaúcha acumula uma dívida de R$ 3 bilhões, e em razão do empurra ... empurra, prorroga ... prorroga, a cada ano milhares de arrozeiros são excluídos do acesso ao crédito oficial, por falta de capacidade de pagamento, falta de garantias, redução dos limites e agravamento da classificação de risco. “Os dados do Banco Central recentemente divulgados confirmam o que apontamos a anos, da safra 2008/2009 para a safra 2011/2012, houve uma redução de 11 mil contratos de arroz, a nível nacional, e 4 mil a nível de estado, em termos médios representa uma redução de 30%”, desabafa. “O Ministério da Agricultura prometeu tratar do assunto após o Plano Safra, mas sem uma prorrogação automática, este passivo aumentará significativamente”, alerta. Cada entidade realizou assembleias gerais ou reuniões para dar conhecimento aos arrozeiros da estratégia e repassar o modelo de carta, que também esta disponível no site www.federarroz.com.br para que estes providenciem o preenchimento prévio. Estas entidades locais também estão avisando antecipadamente os gerentes das agências, para que a visita aconteça de forma pacífica e não atrapalhar o atendimento dos clientes e funcionamento das agências.

“A Federarroz por sua vez comunicou as superintendências dos bancos no Rio Grande do Sul”, avisa o presidente Renato Rocha, que aconselha às lideranças setoriais buscarem o apoio de líderes comunitários. “Essa crise está afetando a economia de todos os municípios arrozeiros, não apenas um setor”, analisa. As cartas serão encaminhadas ao Banco do Brasil, ao Banrisul e ao Sicredi, além e instituições privadas como Bradesco e Santander. A Federarroz recomenda aos produtores que tiverem condições de quitar o custeio 2012 e demais compromissos com o sistema financeiro, que o façam. “O pedido de prorrogação é a última instância para quem não tem reais condições de pagar, e são muitos os produtores nessa situação”, avisa.

IRGA - A Federarroz também pede aos produtores para que participem das eleições do Conselho do Irga, que ocorrerá nesta terça-feira em todo estado, das 8h30min às 17h nos Escritórios do IRGA.

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