Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Especialistas divergem sobre riscos de contaminação por agrotóxicos

Em audiência pública nesta terça-feira na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, especialistas e deputados divergiram sobre os riscos de contaminação por agrotóxicos. Pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso, discutida na audiência, constatou a presença de resíduos de agrotóxicos no leite materno.

Médico e coordenador do estudo, Wanderley Pignati, confirmou a contaminação de um alimento natural que deveria ser puro. “Não existe legislação, nacional nem internacional, dizendo o quanto de agrotóxico é permitido no leite materno. Não é para ter nada”, afirmou, ao informar que a pesquisa analisou dez tipos de agrotóxicos. Um deles, o DDE, estava presente em 100% das amostras; o Endosulfan, em 76%; e o Deltametrina, em 34%.

O DDE é um derivado do inseticida DDT, que teve o uso agrícola proibido em 1985. O Endosulfan, que resiste por até seis anos no meio ambiente, tem prazo para sair do mercado até julho de 2013, por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Males à saúde
Câncer, aborto e danos cardiorrespiratórios estão entre os males que esses produtos causam à saúde humana. Segundo Pignati, só o Mato Grosso usa, em média, 113 milhões de litros de agrotóxicos por ano. Em todo o Brasil, ele acredita que esse volume chegue perto de um bilhão de litros, contaminando a população em geral por meio da alimentação, ar e água.

“Uma pesquisa que a gente tem feito junto com a Fiocruz, já há quatro anos, monitora resíduos de agrotóxicos em poços artesianos, no ar e na chuva. Porque uma parte desses agrotóxicos evapora, condensa e desce na chuva. A gente colocou coletor de chuva em pátio de colégios, tanto na zona urbana quanto na zona rural, e está lá a presença de vários tipos de agrotóxicos na chuva. Não é chuva ácida. É chuva que contém resíduos de agrotóxicos, para se ver o tamanho da contaminação que está acontecendo no Brasil”, relatou.

Segundo o pesquisador, a contaminação atinge tanto as grandes plantações de soja e cana quanto as pequenas culturas de pimentão, tomate e alface. Para reverter esse quadro, Pignati sugere a adoção de modelos alternativos de produção, como o orgânico ou o agroecológico.

Críticas ao estudo
Já a Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) levou outros cientistas à audiência para afirmar que a pesquisa da Universidade é baseada em dados e métodos imprecisos, que mostram resultados "inconclusivos e não confiáveis". O gerente de regulamentação da Andef, Guilherme Guimarães, garantiu que o protocolo de uso de agrotóxicos no Brasil segue padrões internacionais.

"O Brasil usa porque é necessário, pois temos talvez a maior área agricultável tropical do mundo. Para você ter uma ideia, se a ferrugem da soja vier em uma cultura, ela pode destruir 100% caso não controlada a tempo. Em média, 40% a 45% das colheitas não são perdidas pelo uso de agrotóxico”, explicou. Guimarães ressaltou que todos esses produtos são aprovados pela Anvisa ou pelo Ibama. “Então, se estiver dentro do uso correto, nós não vemos nenhum problema para a saúde ou para o meio ambiente”, afirmou.

O professor de Química da Universidade de São Paulo e superintendente do Instituto Brasileiro de Referência Ambiental, Eduardo Peixoto, disse ter submetido a pesquisa do UFMT ao rigor científico e detectou problemas quanto aos limites de detecção e quantificação do estudo, à validação do método e ao número de amostras analisadas. Ele sugeriu que a pesquisa fosse refeita.

Felix Guillermo Reyes, professor de toxicologia de alimentos do Departamento de Ciências de Alimentos da Unicamp, elogiou a pesquisa, mas também disse ter sentido falta de alguns elementos fundamentais para a validação do método científico.

O pesquisador Pignati rebateu as críticas quanto à imprecisão de seu estudo, lembrando que a pesquisa teve a coordenação da Fiocruz e cita outros 15 trabalhos já realizados no Brasil e com resultados ainda mais alarmantes.

Mais clareza
Autor do requerimento para a realização do debate, o deputado Stefano Aguiar (PSC-MG) disse que a intenção do debate não era fazer uma "caça às bruxas", mas buscar maior clareza quanto aos reais níveis de agrotóxico sobre o leite materno e outros alimentos, além de seu poder de contaminação.

Os deputados Valdir Colatto (PMDB-SC) e Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR) disseram que há exageros na pesquisa da UFMT e garantiram os agricultores brasileiros têm plena preocupação com o controle de suas lavouras sem prejudicar a saúde humana. Colatto também reclamou de demora da Anvisa na liberação do uso de novos defensivos agrícolas menos contaminantes e mais baratos para o produtor.

Segundo a Anvisa, 14 agrotóxicos comercializados no Brasil passam por reavaliação da agência desde 2008. A análise é lenta porque enfrenta ações judiciais dos fabricantes e a agência só conta com 21 funcionários neste setor. Treze desses produtos já foram proibidos nos Estados Unidos.

Mais notícias

Agrolink
04 de maio de 2021 Fêmea Nelore É Animal Mais Valorizado do Ano
Leia mais
Agrolink
20 de julho de 2020 Mercado de Sementes Vai Mudar e Se Consolidar
Leia mais
Agrolink
11 de maio de 2020 Como Preservar A Qualidade e Reduzir Perdas Na Armazenagem?
Leia mais
Agrolink
23 de fevereiro de 2017 Mirassol se prepara para o 3º Dia de Campo Integração Lavoura-Pecuária
Leia mais

Fale conosco

Entre em contato com a Arrozeira Banhado. Utilize o Fale Conosco do Site para esclarecer suas dúvidas, enviar sugestões, elogios e solicitar informações sobre produtos e serviços. Este é o seu canal on-line para um atendimento rápido e fácil.

O site da Arrozeira Banhado é o seu mais novo canal de notícias e informações. Se preferir, além do formulário, utilize os canais de contato alternativo listados abaixo.