Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Novo mercado, novo produtor

Transformações econômicas e maior competitividade tiram produtor da zona de conforto; agropecuaristas se obrigam a buscar qualificação e a investir alto

Igor Castanho e Tatiane Salvatico, especial para Gazeta do Povo

O agronegócio segue a onda de valorização da soja e do milho e, numa época que parece ser o auge desse ciclo econômico, o produtor rural redefine seu perfil. Ficam para trás o latifundiário de lucro certeiro, obtido pelo plantio em larga escala, e que garantia um futuro milionário para filhos e netos. Também está em extinção o produtor familiar de vida simples, que plantava para sua subsistência, e não precisava se renovar para assegurar o futuro da família.

O produtor do Paraná tem, em média, 55 anos, e passa por uma fase de transição em plena maturidade. Não completou o ensino fundamental, mas exerce atividade especializada. Ganha pouco - a renda média é inferior a dois salários mínimos por trabalhador – porém, se obriga a fazer altos investimentos a cada safra. Busca socorro em financiamentos, participa de cursos técnicos e adere rapidamente a novas tecnologias para obter informações.

Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam: grandes latifúndios são minoria. De acordo com o Censo Agropecuário (2007), 90,53% dos estabelecimentos paranaenses não chegam a 100 hectares. O estado tem 371.051 propriedades, que em sua maioria são destinadas ao plantio de soja, milho, trigo e cana-de-açúcar. Juntas, ocupam 6.777.691 hectares, segundo a Secretaria da Agricultura do Paraná (Seab).

O mesmo estudo mostra que o grau de instrução evolui lentamente – 67,3% não passaram do ensino fundamental e o setor apela à qualificação em cursos técnicos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). De uma em cada três propriedades saí um aluno, que tem acesso a aulas diversas:
de operação de máquinas até a gestão de contas.

Segundo o Censo, 11,85% dos chefes de propriedades rurais têm entre 25 e 35 anos. A tecnologia, além de auxiliar na instrução e produção, cria um importante incentivo para manter os jovens no campo. “A capacitação mostra que ele pode obter renda e qualidade de vida se utilizar a propriedade adequadamente”, destaca o gerente técnico do Senar, Elcio Chagas.

Ele acrescenta que o uso da Internet também facilita o ensino, pois “além da flexibilidade de horário e local, é possível aplicar o conhecimento na propriedade”. O conhecimento facilita a operação do maquinário, que por sua vez agiliza o plantio e reduz os custos.
Mesmo com uma receita total superior a 13 bilhões anuais no estado, o ganho médio ainda é baixo. Se o valor fosse dividido igualmente entre os 1.117.084 de trabalhadores rurais, atingiria a cifra de R$ 12.494,60 anuais, ou R$ 1.041,22 mensais – valor inferior a dois salários mínimos.

O cooperativismo tem sido a alternativa para reverter esse cenário. Em 2011 o setor faturou mais de R$ 32 bilhões, e cerca de 745 mil cooperados. “O associado busca a orientação, ótimos resultados financeiros e a alta capilaridade que a cooperativa oferece”, acredita Robson Mafioletti, técnico do Sindicato e Associação das Cooperativas do Paraná (Ocepar). 

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