Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Condições climáticas ocorridas e tendências para os próximos meses no Sul

As precipitações continuaram seguindo o mesmo padrão dos últimos meses, muito irregulares, intercalando períodos curtos de chuvas intensas, com períodos maiores com pouca ou nenhuma precipitação. O mês de abril, começou com volumes baixos de precipitação, devido a passagem de frentes frias com fraca atividade sobre a Região Sul do Brasil, e terminou com o total acumulado acima da média no Paraná, diferente do que estávamos observando nos últimos meses, quando os volumes observados de precipitação ficaram abaixo do normal, para a época do ano. O maior volume de chuvas concentrou-se na última semana do mês, na maior parte do estado as precipitações acumularam mais de 100 mm em apenas dois dias. Devido a este maior volume de chuvas, houve uma melhora significativa da umidade do solo e, com isto, melhorando as condições das lavouras, que nos últimos meses estavam sofrendo com a deficiência hídrica no solo.

As temperaturas observadas durante o mês de abril, registraram valores aproximadamente dentro da média esperada para a época do ano, porém, apresentaram dois períodos bem distintos. A primeira quinzena registrou temperaturas acima da média, em todo o estado, já a segunda metade do mês apresentou temperaturas abaixo da média, devido a passagem de duas massas de ar de forte intensidade, que provocaram quedas acentuadas nas temperaturas, em todo o Paraná.

Entre os meses de março e abril, houve um significativo enfraquecimento do fenômeno climático “La Nina”, que ainda persiste, mas com fraca intensidade, mostrando claramente uma transição de “La Nina” para uma situação de neutralidade climática (nem El Nino e nem La Nina). Ainda persistem águas mais frias a oeste do Oceano Pacífico Equatorial, enquanto próximo a costa oeste da América do Sul, há um predomínio de águas mais quentes, que intensificou no último mês. Este padrão pode ser observado na figura 01. Os prognósticos dos modelos climáticos globais, seguem indicando uma situação de neutralidade climática (nem La Nina e nem El Nino), no decorrer do outono, esta tendência pode ser observada na figura 02.

A previsão climática para as precipitações, baseada nas informações dos modelos climáticos, que seguem indicando o enfraquecimento do “La Nina”, mostram que o regime de chuvas ainda continua com esta distribuição irregular, intercalando períodos curtos que concentram grande volumes de precipitação com períodos maiores com pouca ou nenhuma chuva. Apesar da irregularidade na distribuição das chuvas, os volumes voltam gradativamente aos valores médios observados para a época do ano e o intervalo entre uma chuva e outra deve diminuir, no decorrer do outono. A umidade no solo, que nos últimos meses esteve muito baixa na maior parte do estado, volta a condições normais no decorrer dos próximos meses.

Seguindo as tendências dos modelos de previsão climáticas, as temperaturas devem ficar dentro dos valores médios para a estação. Porém, vale ressaltar que o outono é uma estação de transição (entre o calor do verão e frio do inverno), e normalmente apresenta maior amplitude térmica, intercalando períodos um pouco mais quentes, com quedas acentuadas de temperatura, devido a incursões de massas de ar frio, que começam a chegar com maior intensidade, à medida que nos aproximamos do inverno. Com isto, os extremos de temperatura ainda devem predominar, tanto nas máximas como nas mínimas, ao longo do mês e o risco de ocorrência de geada aumenta significativamente, em todas as regiões do Paraná, principalmente no centro-sul. 

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