Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Hora de destruir guaxas em Mato Grosso

Essas plantas, também conhecidas como tigueras, ressurgem de forma voluntária e se tornam hospedeiras de fungos e pragas

MARIANNA PERES

As chuvas incessantes, os ataques da lagarta Helicoverpa e da falsa-medideira, a ferrugem, a disparada do preço do frete e os grandes descontos que a soja afetada pela umidade vem recebendo das tradings são problemas de sobra e que estão consumindo a atenção do produtor neste pico de safra, em Mato Grosso. Além disso, ele também se volta para o plantio da safrinha na medida em que colhe a oleaginosa. Apesar do contexto complexo, é preciso atenção e ação especial em relação às plantas guaxas de soja, que beneficiadas pela estação chuvosa, devem germinar de maneira rápida.

A destruição das guaxas faz parte do manejo pós-colheita e é a forma mais barata e segura de eliminar do solo material orgânico que possa servir de hospedeiro (abrigo e alimento) para fungos e pragas, patógenos que poderão impor custos e perdas de produtividade na safra seguinte. As guaxas também chamadas de tiguera, são plantas que germinam de maneira voluntária, em geral são grãos que se perderam na colheita e no transporte e que brotaram. Há dois anos, a desatenção por parte de autoridades e até mesmo de produtores, tem permitido uma extensa população de guaxas, o que aumenta o estado de alerta para a safra seguinte de soja, especialmente em razão da Helicoverpa armigera e da ferrugem asiática. Estudos realizados pela Comissão de Defesa Sanitária Vegetal (CDSV) do Ministério da Agricultura, no Estado, já provaram que a alta resistência dos fungos da ferrugem como também da lagarta, que mesmo sob condições desfavoráveis, como a estiagem de julho a setembro, em Mato Grosso, conseguem ‘atravessar’ de uma safra para a outra.

“Nesta entressafra recomendamos que os produtores comecem a destruir as guaxas de soja o quanto antes, pois, assim como ocorreu com o milho que serviu de hospedeiro para a lagarta Helicoverpa chegar à soja, agora são nas guaxas de soja, ainda novinhas, que as mariposas da Helicoverpa estão fazendo posturas. Mesmo com a dessecação a base de atrazina, as lagartas maiores irão subir no milho e, mesmo que seja uma tecnologia Bt, pode haver escape, pois estarão grandes. Então, há que se continuar o monitoramento, atividade que precisa ser constante. Não podemos descuidar desta praga e já vimos os danos que ela pode causar”, alerta o coordenador da CDSV, Wanderlei Dias Guerra. A atrazina é um herbicida usado em lavouras de milho, cana-de-açúcar e sorgo para o controle de ervas daninhas.

Dias Guerra destaca ainda que essa situação, a obrigatoriedade na destruição das guaxas, deverá ser regulamentada em breve. Atualmente, o período do Vazio Sanitário, proíbe a existência de plantas vivas de soja de 15 de junho a 15 de setembro, prevê penalidades para quem mantiver guaxas em sua propriedade. “Há pelos menos duas entressafras estamos, juntamente com a Aprosoja/MT, alertando sobre os perigos das guaxas e a impressão que fica é a de que alguns produtores brincam com algo tão grave”, sentencia.

REFORÇO - A analista de Projetos da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja/MT), Franciele Dal'Maso, endossa a orientação da CDSV: “O manejo adequado das plantas voluntárias de soja, milho, entre outras plantas que persistirem durante a entressafra, refletirão na insistência não só da Helicoverpa, mas das doenças e outras pragas, na próxima safra”.

O herbologista Mauro Antônio Rizzardi, do Instituto Phytus, destaca que para a realização do manejo adequado das plantas daninhas é necessário ressaltar alguns requisitos fundamentais como a rotação de culturas, a correta utilização das práticas agrícolas e também a oportuna utilização dos herbicidas. “O manejo de plantas daninhas durante as fases jovens é o mais apropriado, pois, quanto menor a planta, mais fácil será realizar o seu controle. Já um intervalo maior entre as ‘dessecações’ das áreas a serem cultivadas e a instalação da lavoura (semeadura) beneficiam não apenas melhores resultados sobre as plantas daninhas como também favorecem as boas práticas agrícolas. A redução de pragas e doenças é o foco principal do manejo correto, pois por meio dele é possível controlar os hospedeiros intermediários destes agentes”.

Como reforça, esse período é a oportunidade que o produtor dispõe para eliminar aquelas plantas que sobraram no desenvolver das culturas e, principalmente, impedir que estas plantas produzam sementes.

Diário de Cuiabá


Fonte: Agrolink

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