Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Preço da laranja fica abaixo do esperado no Norte do RS

Redação Passo Fundo / DM

Produtores devem se manter na atividade, mesmo com o preço recebido pela laranja valência, entre R$0,15 e R$ 0,20, por quilo. O ideal seria a indústria pagar, no mínimo, R$ 0,30 ao quilo

O preço baixo foi o maior problema encontrado pelos produtores de laranjas, este ano. Com a safra concluída e com boa produtividade os citricultores começam a fechar o caixa que, para eles, poderia ter sido mais positivo em ternos de comercialização junto as indústrias de sucos. Na região, o município de Liberato Salzano, é um dos maiores incentivadores e produtores de cítricos. Segundo o técnico da Secretaria Municipal da Agricultura, Emerson Tozi, os cítricos ocupam hoje 1.500 hectares de área, sendo que 20% com laranjas de umbigo, 10% com bergamotas e 70% com laranja valência, que é a variedade destinada à produção de suco natural. De acordo com o técnico, a média de produtividade de 20 toneladas por hectare pode ser vista como dentro da normalidade.

“Não há dúvida de que o preço abaixo do esperado deixa o citricultor preocupado, pois os investimentos nos pomares precisam continuar sendo realizados”, salienta Tozi. Mesmo com o preço recebido pela laranja valência, entre R$0,15 e R$ 0,20, por quilo, os produtores devem se manter na atividade, vista como uma boa alternativa de renda dentro das pequenas propriedades rurais. No município atualmente a citricultura é encontrada em 450 áreas de produção rural. Conforme o técnico da secretaria, a safra este ano chegou nas 30 mil toneladas, quantidade próxima da produção de 2012. Em média os pomares da valência garantiram R$ 3,6 mil por hectare de área. Já as bergamotas e laranjas de umbigo somaram bem mais do que o dobro do valor. “O ideal seria a indústria pagar, no mínimo, R$ 0,30 o quilo da laranja valência. Seria um estímulo a mais ao produtor”, completa Tozi.

Parte da produção da variedade valência é comercializada para indústrias dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso. O técnico da secretaria adianta que no município os citricultores investem na renovação dos pomares. A maioria, dos 1.500 hectares de pomares, está no período de produção plena. “É muito importante eles manterem os pomares sempre dentro das orientações técnicas, pois em idade avançada o pé da laranja não produz de acordo com o potencial dos pomares mais jovens”, explica.

Venda direta ao consumidor

“Para garantir um ganho maior decidimos vender a produção diretamente para aquele consumidor que gosta do suco natural da laranja”, salienta o produtor Lair Vanoni. Proprietário de uma pequena área agrícola na localidade de Santana, no município de Chapada, o citricultor praticamente abandonou a venda da sua produção para a indústria. “Eles pagam muito pouco. Não é mais viável trabalhar na atividade se a única alternativa de comercialização é a indústria do suco”, alerta Vanoni, que planta 2,5 hectares de valência e umbigo.

Segundo ele, seus vizinhos decidiram substituir o cultivo da laranja pelo plantio de grãos. Para o citricultor recebendo centavos por quilo fica muito difícil contratar mão de obra, pois a colheita é manual e, a maioria dos produtores de laranjas possui idade avançada. Conforme o citricultor, na atividade ele pode contar com a mão de obra do filho, Dieison Vanoni. Na propriedade este ano produziram 45 toneladas de laranjas. Na venda direta ao consumidor receberam em média R$ 0,80 por quilo da fruta. “No município, produtores de laranjas estão mudando de atividade, deixando a citricultura e investindo na bacia leiteira”, concluiu.

Diário da Manhã - Passo Fundo


Fonte: Agrolink

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